20/09/2009

Carga dupla


Na semana seguinte o Tiago, meu marido, iria viajar a negócios por uns 3 dias e eu já no domingo cedo comecei a tramar uma estratégia para aproveitar o melhor possível. Vesti um shortinho de malha bem justinho desses que realça o contorno da bundinha e especialmente que marca direitinho os grandes lábios da vagina, fazendo com que de longe se possa ver a racha da bucetinha e um top, também de malha, em que meus seios durinhos pareciam querer estourar o pano. Fui para a pracinha de exercícios que tem perto de casa ao lado de um parque lá pelas dez da manhã pois eu sabia que os meus vizinhos mais “saudáveis” iriam prá lá caminhar, correr e se exercitar.
Quando cheguei já tinha uns 5 ou 6 suando a camisa nos aparelhos de exercício. Sentei-me numa rampa reclinada para fazer abdominais e logo demonstrei minha dificuldade, proposital, para realizar o exercício. Todos os homens no local já tinham me dado uma boa olhada e a maioria continuou me comendo com os olhos. Um deles, o mais garanhão, certamente, vendo a minha dificuldade veio se oferecer para me ajudar. Exatamente o que eu queria.
Aceitei sua ajuda e enquanto ele segurava meus tornozelos eu fazia o exercício. Ele obviamente não tirava os olhos de meu corpo, especialmente da bucetinha. Depois de alguns abdominais parei e fiquei só deitada na rampa, com a cabeça inclinada prá baixo e olhando a reação que tinha provocado nele.
- Gostei de ver – eu disse - adoro quando um macho reage rápido aos meus encantos.
Ele riu, meio sem graça e respondeu: “Como não reagir com toda essa gostosura exposta, você sabe bem como mexer com um homem, não é?”
- Você vai ver quando estiver dentro de mim... aí sim vou mexer com você.
Com esse papo malicioso logo trocamos telefones e descobri os horários que ele estaria livre nos dias seguintes. Depois pedi gentilmente que ele se afastasse para que eu pudesse fazer contato com outros machos tarados e montar minha agenda. Dois deles que tinham ouvido a conversa logo se aproximaram e também me passaram celular e respectivos tempo disponíveis. Quando esses se afastaram outros foram chegando e depois de meia hora eu já tinha me apresentado e me “colocado à disposição” de oito dos meus vizinhos da redondeza.
Quando achei que era suficiente resolvi chamar um deles para me acompanhar numa caminhada pela mata do bosque. Com segundas intenções, claro. Pude ver a inveja dos seus amigos quando o chamei.
Caminhamos uns 300 metros para dentro do bosque até às margens de um pequeno riacho. Sentamo-nos e eu pedi pra ele me beijar e fui logo apalpando seu membro sobre o calção. Dei uma bela chupada até seu cacete ficar bem duro e pedi pra ele me comer gostoso. Sentei sobre seu pau e rebolei enquanto fazia movimentos pra cima e pra baixo sentindo o cacete entrar e sair da minha boceta. Ele não demorou a gozar gostoso dentro de mim.
Falei pra ele que aquilo era a amostra grátis e depois eu ia querer mais e que era pra ele avisar dois de seus amigos que eu estaria esperando por eles ali pra oferecer a amostra grátis pra eles também, juntos.
Alguns minutos depois apareceram os dois safados e me viram deitada de bruços, nua, na beira do riacho. Chegaram já tirando suas roupas e me apalpando. Fizemos uma pequena suruba com eles me comendo em todos os buracos e eu chupando seus paus com vontade. No final fizemos uma penetração dupla, coisa que eu já estava ficando viciada, pois é uma delícia sentir dois cacetes me fodendo ao mesmo tempo. Ambos soltaram seu líquido quente dentro de mim.
Tive que me controlar no caminho de volta pra casa para não deixar escorrer todo aquele leitinho pelas coxas, mas valeu a pena pois quando mostrei para o meu marido safado ele ficou totalmente tarado. Sugou toda a porra dos machos enquanto eu contei pra ele como foi a trepada com os três.
Eu dizia “Nossa, como eles me comeram gostoso. Um deles tinha um cacete maravilhoso, me apaixonei, vou querer dar pra ele outra vez, alias acho que vou querer dar pra todos eles de novo... muitas vezes... Você não queria que eu desse pra outros machos, agora vai ter que agüentar o cheiro de cacete em mim direto e vai ter que me lamber sempre que eles me foderem, meu corninho safado. Tem certeza que é isso que você quer?”
- Tenho certeza minha putinha, pode dar bastante. Pode foder com todos os machos que quiser. Só te peço que sempre que possível me deixe participar também.
- Eu deixo sim, pois eu sei que você está afim de chupar pica também, além de me ver sendo fodida por cacetes alheios e eu adoro isso. Mas vai ter vezes que eu vou dar pra quem eu quiser mesmo se você não estiver por perto.
- Tudo bem – ele concordou
- Como essa semana por exemplo, que você vai viajar, eu vou trepar todo dia com pelo menos um macho diferente, depois, no final da noite você vai me ligar pra eu te contar os detalhes de cada foda. Você quer ser corno, vai ser corno consciente, safado.
Depois ele cheio de tesão pela conversa safada, comeu meu cuzinho gostoso e gozou na minha boca.
Nos dias seguintes que ele viajou fiz exatamente o que tinha prometido. Todos os dias arrumei macho pra me foder, pelo menos duas vezes por dia. Aquela situação de liberdade total estava me deixando totalmente tarada, voraz. Acho que eu queria literalmente me lambuzar.
Para recompensar meu marido “compreensivo” e safado resolvi preparar uma noite especial para o dia que voltasse. Combinei com um dos meus novos “amantes” que topou fazer um ménage completo, ou seja ia comer o meu maridinho também.
Quando o Tiago chegou eram umas nove da noite e eu já estava com o Ricardo, o escolhido da noite, nos amassos na nossa cama de casal. Ele tomou um banho super rápido e se juntou a nós.
Fomos fazendo o ritual que já tínhamos aprendido, pedi pra ele massagear meu clitóris enquanto o Ricardo fodia minha xana e ele aproveitou para massagear o cacete do Ricardo também. Depois pedi pra ele chupar e ele, safado, começou a lamber o pau do meu macho junto com minha buceta.
Após um tempo fiz de conta que estava injuriada com aquilo e falei: “Ricardo, esse corno safado está aproveitando da situação e lambendo seu pau, então, já que ele quer tanto, fode a boca dele pra ele ver como é bom”.
O Ricardo obedeceu e o Tiago adorou, chupou o cacete gostoso, como sempre fazia, com muita vontade. Então eu resolvi que era hora da surpresa e disse:
- Agora eu quero algo especial, Tiago, quero que você coma o meu cuzinho enquanto o Ricardo come o seu.
Ele me olhou meio assustado, mas não questionou. Virei de bruços na cama e logo senti o cacete duro e gostoso do meu marido entrando no meu rabinho. Ele realmente me comia gostoso, uma das razões, claro que o escolhi para ser meu marido. Ele deu algumas estocadas como de costume me fazendo sentir uma verdadeira puta com o cú preenchido e deu uma parada. Então senti que algo mudou em seus movimentos. Senti que o Ricardo estava enfiando a vara dele no rabo do meu marido. Este gemeu e ficou esperando o delicioso cacete do Ricardo entrar todo em seu rabo. Eu pude sentir através do cacete do Tiago enterrado no meu rabo e das suas reações que ele estava sendo fodido, que o Ricardo estava comendo seu cu como se come uma cadela, bombando forte, e meu marido estava gostando. O viadinho estava delirando com o pau no rabo. Gemia e se contorcia e sempre que o Ricardo fazia o movimento de sair o Tiago empurrava a bunda pra cima querendo mais, tirando o seu cacete do meu cuzinho um pouco. Então o Ricardo enfiava outra vez até o fundo e o Tiago também enfiava até o fundo do meu cu.
Nós três estávamos gostando muito da brincadeira, mas eu e o Tiago estávamos nos deliciando com a situação e o Ricardo percebeu e quis experimentar ficar no meio também. Meu marido concordou e deixou o Ricardo enfiar seu cacete gostoso em meu cuzinho e depois enfiou no dele. O Ricardo logo entrou no ritmo e começou a reagir como um verdadeiro viadinho gemendo toda vez que o Tiago estocava o cacete pra dentro. Ele também estava gostando. E eu recebia a carga dupla, então não tinha nadinha a reclamar, estava adorando aquela safadeza toda.
Gostoso mesmo foi sentir o Tiago gozar no cu do Ricardo, que por sua vez ficou com tanto tesão quando sentiu o jorro quente dentro dele que gozou quase de imediato no meu rabo também.
Nesse dia eu senti que realmente era muito safada. Nossa, como eu era putinha safada. Será que esse negócio de o meu marido me incentivar a transar com outros foi uma boa? Agora eu estava sem limites e meu tesão só estava aumentando a cada safadeza que eu fazia. Eu estava me tornando uma verdadeira rampeira, uma cadela constantemente no cio, querendo que todos os machos me fodessem e querendo dar prazer a todos eles e especialmente ao meu marido, claro. E agora que eu sabia que ele também gostava de cacete mais ainda.

_____________________________________
_______________________
_____________
.

Dando pra dois, três


Passados alguns dias da primeira experiência com meu marido observando eu ser comida por outro macho, aliás, que delícia de macho, eu comecei a sentir um certo comichão entre as pernas e lembrar da sensação gostosa de perceber o desejo que o Tiago, meu marido, ficou por mim após eu ter dado gostoso pro Mauro.
Como eu disse fiquei com vontade de assumir mesmo o meu lado putinha outra vez e num sábado à tarde em que ele ficou assistindo futebol eu resolvi sair à caça. Coloquei um shortinho bem justo enfiado na bundinha, sem calcinha claro e uma mini blusa que destacava meus seios durinhos e saí pra rua.
Nem precisei andar muito. Após umas três casas um dos nossos vizinhos, o Rodrigo, estava lavando o carro e parou pra me ver. A mangueira ficou jorrando água sem rumo enquanto ele babava observando meu corpo. Caminhei direto em direção a ele e ao chegar até onde estava dei uma voltinha e perguntei: “Gostou?”
Ele, meio embasbacado disse “claro”.
“Então, você não quer enfiar esse cacete que está endurecendo dentro do seu shorts na minha bocetinha?”
Ele me chamou pra dentro, justificou que a mulher dele tinha ido não sei onde e me levou até o quarto. Eu dei um beijo bem molhado na boca dele e enfiei a mão dentro do seu shorts agarrando aquele pedaço de carne pulsante, já completamente rijo. Segurei-o com força por alguns segundos e depois o massageei um pouco. O Rodrigo gemeu e logo começou a me apalpar também. Não demorou muito e ele estava com o cacete todo enterrado na minha boceta e eu rebolando, gemendo de tesão como a putinha safada que eu sou e adoro ser. Nossa, como é bom levar cacete.
Por alguns minutos ele me fodeu com força, deliciosamente e logo percebi que ia ser uma rapidinha, então soltei o corpo e deixei o orgasmo chegar. Ele também gozou em seguida me inundando com seu leite quente.
Eu, que nem tinha tirado o shorts, apenas abaixado recoloquei-o e disse: “Sempre que você quiser estou à sua disposição Rodrigo, pode ir lá em casa, meu marido não liga, aliás ele até acha bom” - e sai, voltando imediatamente pra casa. Já que eu ia ser putinha de novo precisava começar a fazer a minha fama correr e deixar todos os machos da vizinhança saberem que poderiam me procurar com boas chances de me comer.

Quando cheguei fui até o sofá e falei pro meu marido:
- Amor, adivinha o que a sua esposa putinha acabou de fazer?
- O que? – ele perguntou, já imaginando alguma safadeza.
- Acabei de dar gostoso pro vizinho. Ainda estou com sua porra quente na minha buceta.
Aquilo excitou o Tiago de tal forma que ele desligou a televisão na hora.
- Sério? Posso ver?
- Só se você lamber minha bucetinha e me comer também – eu disse tirando o shorts.
Ele foi logo tirando a bermuda enquanto observava a porra do vizinho escorrendo pela minha perna. Ajoelhou-se à minha frente e lambeu tudo. Depois chupou minha xoxota por um bom tempo, como que querendo sugar todo o néctar do outro macho.
Cheguei a gozar só na língua do Tiago e ele deu uma parada.
- Quer mais cacete, minha putinha safada? – ele perguntou.
- Eu sempre quero cacete, meu amor.
- Então eu vou ligar pro Cesar e Pedro, eles já estão sabendo que você é puta e querem te comer.
Olhei pra ele meio intrigada.
- Você não perde tempo, hein? Já está me arrumando macho? – perguntei.
- Claro, por que não. Quero ver minha esposinha puta feliz. Se ela quer cacete, vamos arrumar cacete.
Eu ri pra ele e pensei que aquela situação era bem conveniente pra mim. Eu agora não só ia poder dar à vontade como ainda ia ter alguém me arrumando macho, facilitando o processo. Acho que eu iria gostar de ter meu gigolozinho particular. É tudo o que uma puta pode querer.
Em menos de quinze minutos os amigos do Tiago chegaram. Ele os havia convidado para tomar uma cerveja na piscina, então fomos todos prá fora. Eu continuava no meu shortinho, ainda me sentindo meio melecada nas coxas. Os dois eram corpulentos e logo me olharam de cima em baixo com olhos famintos. Eu sorri para eles.
Por alguns minutos, enquanto tomávamos cerveja eu fiquei desfilando para um lado e outro em frente aos três e eles me acompanhando com o olhar. Eu rebolava, me abaixava para pegar uma folha caída, andava pra lá e pra cá. Então sentei-me ao lado de um deles e comecei a acariciá-lo massageando seu peito. Percebi a barraca se armando sob o shorts e enfiei a mão para encontrar o pau endurecendo. Adoro sentir um cacete ficando duro na minha mão.
Logo eu estava sentada no colo dele com o pau todo enfiado na minha buceta e ele me comendo gostoso. Meu marido e o outro amigo observavam.
- Vocês vão ficar aí só olhando? – perguntei.
Eles também tiraram os shorts e o outro amigo veio até o meu lado, eu abocanhei seu cacete. Meu marido ajoelhou-se entre os joelhos do que me comia e ficou observando o cacete entrando e saindo da minha buceta. O safado realmente gostava de me ver sendo fodida por outro macho. Cada vez que eu percebia isso me dava um tesão danado e uma grande satisfação de ser puta safada também.
- Lambe meu cuzinho – eu ordenei pro meu marido, sabendo que ele estava doido pra por a língua no cacete que entrava e saia da minha xoxota.
Ele percebeu a dica e começou a lamber meu buraquinho e aos poucos lamber também o pau de seu amigo que me fodia. O amigo percebeu, mas nem ligou, estava muito entretido fodendo. O Tiago aproveitou e começou a massagear o pau com a mão enquanto lambia meu cuzinho. O macho gostou. Acho que a sensação de ter o pau massageado enquanto fode uma buceta dever ser uma sensação agradável, era a segunda vez que eu presenciava a cena e o macho reagia bem. Passados alguns momentos dessa safadeza o macho que me comia tirou o cacete e deixou meu marido chupá-lo. Obviamente ele percebeu que era isso que ele estava querendo. Mas não por muito tempo, logo enfiou na buceta novamente.
- Você que comer meu cuzinho? – perguntei para o outro amigo.
- Claro – ele respondeu.
- Então deixa o meu marido corninho te chupar um pouco e enfia gostoso.
Ele nem estranhou o pedido. Posicionou-se deixando o cacete ao lado do rosto do Tiago que o abocanhou na hora. Nossa, como o meu marido chupava um pau gostoso. Ele parecia uma verdadeira putinha safada, tarada por cacete. Nunca tinha imaginado que meu marido macho, comedor era também um adorador de pica. Será que todos os machos no fundo também gostam de chupar pau? Talvez seja o “lado feminino” ou a pura constatação que cacete duro é coisa boa. Eu não me importava, ao contrario, aquilo me excitava.
- Agora, Tiago, enfia o cacete dele no meu cuzinho, por favor. – eu disse dengosa.
Meu marido liberou a posição para o outro amigo ficar perto de mim e então pegou seu cacete duro e direcionou-o até meu buraquinho, que ansiava desesperadamente em ser fodido também.
Logo eu estava com dois paus duros dentro de mim, metendo gostoso, entrando e saindo da minha buceta e do meu cuzinho. E ao lado meu marido observava a cena e ajudava com a mão os dois paus que me comiam. Era o paraíso. O que mais uma esposinha dedicada podia pedir?
Ficamos assim um tempo, eu gemia e rebolava. Quando senti que o pau que estava em meu rabo ia gozar falei: “Goza na boca do meu marido corno, o safado tem que sentir o gosto do macho de verdade que me enrabou... goza na boca dele.”
O safado não questionou minha ordem e tirou o pau do meu cu e deixou o Tiago abocanhá-lo e chupar até que ele gozasse tudo em sua boca.
- É pra engolir tudinho – eu ordenei ao meu marido viadinho sem vergonha, que adorou a ordem e sugou até a última gota da porra quente. Eu fiquei com inveja, de novo. Mas não podia reclamar, o outro cacete começava a jorrar dentro da minha boceta, deliciosamente.
Os dois que gozaram resolveram dar um mergulho logo em seguida.
- Você vem aqui, Tiago, me limpar. Você me oferece pra seus amigos e deixa eles me foderem gostoso, me lambuzando toda, agora vem limpar essa porra da minha xoxota.
Ele obedeceu imediatamente com um sorriso safado nos lábios.
Depois me beijou com aquele gosto de macho que nunca imaginei iria sentir da sua boca, mas que adorei, pois é o que mais gosto, o gosto de cacete e porra. Então chupei meu marido e no final pedi prá ele gozar dentro da minha boca, pois também queria um pouco de leitinho morninho e gosmento.... Afinal, sentir o jorro na boca e poder engolir a porra do macho é uma das melhores coisas de uma boa foda.


___________________________________
_______________________
___________
.

Esposa Putinha, marido safado

Meu marido vivia me atazanando que queria me ver dando pra outro macho, que isso ia fazer ele ficar com muito tesão e que iria apimentar nosso relacionamento. Por muito tempo resisti. Até que um dia ele me pediu pra sair de mini saia e sem calcinha. Eu sou uma morena clara de 1,65 e modéstia à parte, gostosa. Costumo atrair olhares gulosos em locais públicos apenas com meus jeans super justos, barriga de fora e blusinhas ousadas. No fundo eu gosto de seduzir, de ser desejada pelos machos, de saber que eles estão me olhando, imaginando coisas comigo. Só que desde que me casei, quase um ano antes, eu tinha me mantido fiel. Antes do Tiago eu tinha aprontado as minhas, mas depois de casada, só com ele. Com ele valia tudo.
Assim, seguindo essa regra de que com ele valia tudo atendi ao seu pedido. Fomos a um bar cheio de homens. Logo que entramos senti os olhares sobre meu corpo. Quando me viam olhavam de cima em baixo, fixavam os olhares nos meus peitos, na barriguinha e nas coxas e depois ficavam olhando minha bundinha que se insinuava por baixo da saínha rodada que balançava para um lado e para o outro conforme eu rebolava acompanhando o caminhar. Me senti comida por diversos olhares. Adorei, claro!
“Agora, Solange” – ele me disse ao ouvido – “você vai escolher um desses machos prá seduzir, pode jogar todo o seu charme e mostrar até a bucetinha prá ele, mas ele tem que vir até a nossa mesa falar com você.” Eu olhei bem pra ele e ele sorriu acenando com a cabeça que sim. Fazer o que, já que ele estava pedindo mesmo eu ia aproveitar. Afinal eu adorava fazer um macho ficar caidinho por mim e já estava meio destreinada do joguinho da sedução, mas eu sabia que ainda tinha o dom. Então topei.
Olhei ao redor e vi um garanhão bonito nos seus 27, 28 anos tomando cerveja com os amigos, então escolhi uma mesa que desse visão privilegiada para ele e me sentei de frente pra ele e disse pro Tiago sentar ao meu lado, num ângulo de 45 graus, mas sem me tocar, para poder observar a minha façanha. Resolvi não perder tempo, assim logo que sentei cruzei as pernas de forma que ele pudesse ver por dentro da minha saínha. Ele já tinha me dado uma olhada antes de eu sentar e pude sentir seu interesse. Quando abri as pernas e ele percebeu que eu estava sem calcinha chegou a fazer uma expressão de susto, mas foi muito discreto e não manifestou nem comentou com ninguém. Rapaz esperto! Ele provavelmente viu minha xana toda depilada e nos minutos seguintes ele deu várias olhadas por baixo da minha mesa. Só então ele teve coragem de me olhar nos olhos e quando isso aconteceu eu aproveitei o momento e dei um sorriso de safada prá ele, colocando a língua no sábio superior por uns segundos ao final do sorriso. Ele retribuiu meio tímido. Bem, eu já era dona da situação. Levei a mão esquerda até minha coxa e comecei a passar pra cima e prá baixo chegando cada vez mais perto da buceta. Ele se mexeu na cadeira. Me olhou de novo eu dei outro sorriso e joguei um beijinho bem discreto, só com os lábios. Ele sorriu. Eu ergui a mão direita e chamei-o com o dedo indicador.
Ele veio na hora. Quando chegou até a nossa mesa eu me apresentei: “Oi, eu sou a Solange e você?”
- Eu sou o Mauro, prazer. – Ele estendeu a mão.
- Muito prazer, Mauro, você é muito gostoso. Olha, eu te chamei porque o meu marido o Tiago aqui, quer falar com você.
- Oi Mauro – disse o meu marido – “você obviamente acha a minha mulher gostosa. Quer comê-la?” Ele disse assim na lata, sem qualquer rodeio.
Até eu me assustei um pouco e fiquei pensando será que me meti numa fria, mas eu também tinha colaborado, então agora não podia pular fora. Fiquei observando a expressão do Mauro. Novamente ele mostrou-se surpreso, mas logo um sorriso se abriu em seus lábios e eu percebi que ele também era bem safado.
- Claro, ele disse, quem é que não iria querer. A Solange é muito gostosa. Todos os homens aqui dentro querem comê-la.
- OK, disse o Tiago, você foi o escolhido. A única condição é que eu vou assistir e talvez participar. O Mauro não teve nenhuma objeção então fomos para um hotel. No caminho ainda tentei ver se o Tiago desistia da idéia, mas não teve jeito.
- Você vai gostar de dar pra outro, Solange. De vez em quando um pouco de variedade faz bem.
Tudo bem então... eu já estava toda molhada só de pensar em um outro macho me fodendo. No hotel tomamos um banho e eu e o Mauro fomos para a cama enquanto o meu marido sentou numa cadeira próxima, só observando. Logo que vi o cacete do Mauro fiquei tarada. Ele era um pouco maior que o do meu marido, mas era um cilindro perfeito, muito bonito. Logo fiquei com vontade de sentir aquele pau duro, sim ele já estava duríssimo, em todos os meus buracos. Fui logo abocanhando-o e dei uma bela chupada nele.
De vez em quando eu dava uma olhada no Tiago e ele estava sentado na cadeira, também de pau duro, na mão, mexendo lentamente. Eu sorria prá ele e lambia o cacete do Mauro com gosto. Ele sorria de volta. O sem vergonha estava gostando de me ver chupando outra pica.
Então eu deitei de costas na cama com a bunda na beirada e abri as pernas pro Mauro enfiar na minha boceta, quando ele colocou o pau na entrada eu fale pra ele esperar um pouco. “Tiago, vem aqui ver isso de perto, seu safado” Ele veio e sentou-se na cama ao meu lado. “Você queria que outro macho comesse a tua esposinha, então olha isso bem de perto, pode enfiar agora Mauro, me come gostoso, enfia essa pica deliciosa todinha na minha buceta, me fode gostoso, isso... me fode....”
Depois de várias bombadas com aquele pau delicioso me fodendo eu falei pro meu marinho: “Agora eu quero que você massageie o meu clitóris, meu corninho safado, eu quero gozar com seu dedinho junto desse cacete maravilhoso”
E não é que o safado me atendeu. Colocou a mão no meu ventre e começou a massagear o meu clitóris enquanto o Mauro enfiava e tirava aquela tora gostosa da minha xana. É claro que os dedos dele estavam tocando no pau do Mauro. Observei-o fazendo aquilo e percebi que ele estava gostando de sentir o toque do cacete de outro macho em seus dedos e o Mauro também parecia estar gostando, pois quando os dedos começaram a roçar seu pau ele gemeu levemente e começou a se mexer ligeiramente diferente, como que para aproveitar melhor a nova sensação. Que safados, os dois. Putinhos safados.
Por incrível que pareça aquilo me deu mais tesão ainda. Fiquei curtindo o momento, que estava uma delícia e deixando o meu marido ficar mais à vontade com o cacete que me fodia. Logo percebi que ele estava massageando meu clitóris e também o pau do Mauro a cada movimento, encaixando-o entre os dedos no vai e vem.
“Agora, meu amor” – eu disse “você podia lamber o meu clitóris... aí eu vou gozar gostoso!” O safado parecia que estava esperando pelo pedido. Só disse “Ok” e levou a boca à minha boceta sendo fodida pelo cilindro perfeito do Mauro. Ele nem se deu o trabalho de disfarçar. Começou a lamber meu clitóris e no mesmo movimento o cacete do Mauro.
Eu peguei o pau do meu marido e fiquei punheteando-o bem devagar e apreciando aquela cena, até então inusitada, mas de alto teor erótico: meu marido lambendo meu clitóris e minha buceta enquanto outro cacete me fodia e lambendo também o cacete. Que delícia. O Mauro então, percebendo o tesão que o meu marido estava sentindo no seu pau tirou-o da minha buceta e enfiou na boca do Tiago. Putinhos, putinhos, putinhos. O Tiago abocanhou com gosto, parecia eu no cio querendo chupar cacete. O Mauro safado começou a foder a boca do Tiago.
Meu marido estava ali com a boca encostada na minha buceta sendo fodido na boca e chupando o cacete desesperadamente, como uma puta rampeira. Aquilo me deu tanto tesão que fiquei até com inveja. Mas o Mauro não me esqueceu e logo voltou a me foder com gosto novamente e o meu marido teve que se contentar em lamber o cacete enquanto chupava minha xoxota. Com a excitação daquela novidade depois de alguns minutos na brincadeira eu gozei gostoso e comecei a gemer e soltar gritinhos safados enquanto me satisfazia. Meu marido que já me conhecia falou pra dar uma paradinha.
Virou-me com a bunda prá cima e disse pra eu abrir bem as pernas. Então falou pro Mauro: “Você quer comer o cuzinho dessa putinha, quer?”
O Mauro disse que sim e ele perguntou pra mim: “E você putinha, quer sentir esse cacete gostoso no seu rabinho, quer?”
“É claro que eu quero, Tiago, deixa ele me comer o cu, por favor.”
“Então levanta essa bunda e se arreganha bem pra ele ver direitinho o seu rabo.”
Eu obedeci, fiquei de joelhos, toda arreganhada e comecei a rebolar devagar. Meu marido começou a lamber meu buraquinho. Eu adoro isso, sentir uma língua no meu cuzinho, é uma delícia. Ele lambeu um pouco e perguntou de novo para o Mauro, se tinha certeza, ele disse que sim então o Tiago falou que ele podia ir enfiando devagarzinho, mas não tirou a língua, ou seja quando o Mauro encostou a cabecinha do cacete no meu cuzinho a língua do meu marido estava encostando nele. O Mauro foi enfiando devagar e o Tiago foi lambendo o cacete enquanto entrava e saia do meu rabo. Que delícia aquilo. Por algumas vezes, rapidamente ele tirou o pau do meu cuzinho e enfiou na boca do meu marido que chupou-o feito uma cadela, depois ele colocava o pau no meu buraquinho e continuava fodendo meu cuzinho gostoso. Alguns minutos assim e o Mauro acabou gozando dentro de mim. Senti o jorro quente lá no fundo, uma delícia. Me senti toda cheia.
Com isso o fogo do Mauro acabou e ele resolveu ir embora. Acho que ele percebeu que meu marido ainda queria “me usar”.
Eu nem tinha mudado de posição, estava deitada sobre o estomago quando senti o Tiago começar a lamber minha bunda após fechar a porta.
“Que safado” – pensei – “quer sentir o gosto do outro macho”.
Ele começou a lamber meu cuzinho todo lambuzado com a porra do Mauro. Aquilo foi me dando tesão outra vez e eu comecei a rebolar enquanto ia soltando todo o leitinho que estava dentro de mim.
Meu marido, viadinho, lambeu e sorveu tudo.
Depois ele enfiou o cacete dele e me comeu gostoso também. Eu adorei, claro, eu adoro ser fodida. Quando ele estava pra gozar pedi pra tirar do cuzinho e jorrar na minha boca, afinal eu também queria o gosto da essência de macho pra finalizar a ótima foda.
Aí eu falei prá ele: “Olha Tiago, eu me arrependo de não ter topado dar pra outro macho mais cedo. Eu achei muito, muito bom e vou querer isso mais vezes. Queira você ou não, agora eu vou assumir o meu lado putinha de novo e vou dar pra quantos machos eu puder, então pode ir se acostumando em ser corno mesmo, pois isso foi só o começo... apesar que eu acho que você também vai adorar e que no fundo você quer me ver com outro macho porque você também gosta de cacete, seu putinho safado.” Ele só deu um sorriso satisfeito, como quem diz: “consegui o que queria”.

_______________________________________________ ___________________________________
____________________
.